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Nova edição: 25 de abril

13 abr

Pessoal, chegou a hora de mais uma desconferência. Dessa vez, porém, como a Ceila citou logo abaixo, vamos manter o padrão original do “camp”. Quem estiver presente pode definir o tema que achar mais interessante e iniciar a discussão. Então, tratem de anotar na agenda. As inscrições já podem ser feitas, é só clicar aqui.

Quando: 25 de abril (sábado)
Horário: das 9h às 18h
Onde: Espaço Gafanhoto – Av. Rebouças, 3181 (SP)

Participem!

Sugestões?

13 fev

Pessoal, como vão? Estamos começando a pensar na primeira edição do Newscamp em 2009. Ano difícil, repleto de desafios para a comunicação. Gostaríamos, então, que enviassem sugestões e críticas com temas para as conversas e debates que acontecem durante o evento. Falem também sobre o formato. Contamos com a colaboração de todos!

Inscrições abertas!

11 nov

Moçada, então, vamos desconferenciar! As inscrições estão abertas neste link aqui. O evento começa às 10h00, no dia 29 de novembro, sabádo, no Espaço Gafanhoto, que fica próximo à esquina entre Av. Rebouças e Faria Lima. Nesta edição, a equipe que organiza NewsCamp vai levar dois temas, Multimídia e RP Digital, com convidados experientes em cada área.

Em breve coloco aqui o roteiro de cada sala, que apesar dos convidados, terá a missão de desconferenciar. Para isso, vamos contar com o apoio de Rodrigo Savazzoni, na sala de multimídia, e de Eduardo Vasques, na sala de RP Digital. Ambos estão preparando um roteiro bastante interessante que acontecerá simultaneamente em salas diferentes, cuja idéia é debater sobre conceitos, mostrar cases na prática e discutir um pouco mais.

O desafio do NewsCamp é colocar novas perguntas diante da transformação em que vivemos. Para isso, é essencial que haja colaboração de todos lados, inclusive do seu que pode agora escrever um post sobre jornalismo multimídia ou RP digital e nos enviar o post pra que possamos começar essa conversa. Topa?

PS: Quer muito ir ao NewsCamp, mas não tem certeza se vai dar pra ir? Então, please, não faça inscrição! As vagas são limitadas por causa do espaço e se você não vai, deixe que o outro usufrua desse espaço livre, aberto, gratuito e de troca.

Atenção: O NewsCamp não é pago. Nas edições anteriores, pedimos uma contribuição para pagar a Andrea que trabalha no Gafanhoto. Um real, basta, para somarmos os 100 reais necessários para pagá-la. Se quiserem contribuir para a caixinha da breja, também pode! O BotecoCamp já está marcado às 19h00, num bar de esquina que fica próximo ao NewsCamp (parece uma padoca) e andamos de bando até o local, ok? De lá, prometemos passar o endereço correto via twitter

Aquecimento

6 nov

Como bem disse a Ceila, teremos algumas boas novidades nessa nova edição do Newscamp. Além de recursos que permitirão a transmissão da conversa sobre jornalismo multimídia em tempo real, com a possibilidade de chat para que profissionais de outros Estados participem, vamos colocar um tema polêmico novamente em discussão.

Na última edição, alguns ânimos se exaltaram durante o bate-papo sobre Relações Públicas Digitais. E é sim um tema confuso, assim como o próprio mercado. Vou deixar algumas perguntas no ar e que devem ser tratadas por lá:

  • Relacionamento com mídias e redes sociais é um trabalho que pode ser feito por agências digitais (especializada em marketing e publicidade)?
  • Há espaço para a participação das agências de relações públicas/assessorias de imprensa nesse mercado? Acredito que sim, mas como ele deve ser ocupado?
  • Quem trabalha em agência de RP, comunicação, assessoria, precisa entender de tecnologia (SEO, por exemplo) para trabalhar nesse novo nicho de serviço que se abre?
  • Os executivos e empresas estão realmente preparados para comprar e usar esses serviços? Tenho batido nessa tecla com muita freqüência. Se a resposta for positiva, as ações consideram o longo prazo ou são apenas “hype”?

Queria fazer apenas essas pequenas provocações para estimular o debate e ensaiar um pouco do que o pessoal vai ver por lá no próximo dia 29. Até o começo da semana que vem devemos estar com o formulário de inscrições pronto.

Eduardo Vasques

TV digital: o que ela traz de novo para os jornalistas?

24 jun

Eu aprendi muito sobre TV digital com Renato Cruz e assim que ele sugeriu o tema, não tive dúvida em aceitá-lo para o NewsCamp. Não sou especialista na área, mas tenho minhas opiniões e, recentemente, escrevi sobre elas no meu blog pessoal Metamorfose. Foi assim que surgiu a oficina TV Digital.

Assim que houve a sugestão, pensei no meu amigo Jeff Paiva que tem se tornado fonte de reportagem para ensinar como esse troço funcionará a partir de agora. E, pra finalizar, o Pedro Markum foi o responsável em convidar Ricardo Mucci, da TV Cultura.

Conheça mais sobre os convidados da oficina TV Digital, prevista para dia 19 de julho, entre 10h00 e 11h00:
Renato Cruz escreve sobre tecnologia para o jornal O Estado de S. Paulo e tem um blog no portal Estadão.com.br. É professor do curso de especialização em Produção para TV Interativa da Universidade Metodista. Sua tese de doutorado em Ciências da Comunicação na USP trata da definição do sistema de TV digital no Brasil.

Jeff Paiva é jornalista por formação e publicitário interativo por paixão. Gerente de Social Media da AgênciaClick, desenvolve um trabalho de “evangelização” do mercado para as novas mídias – Sociais, digitais e participativas. Fundador e editor da comunidade HTTP://tvdigital.ning.com, espaço destinado à discussão de assuntos relativos à nova tecnologia que reúne agências de publicidade, produtores de conteúdo, técnicos e desenvolvedores dos sistemas de interatividade para o padrão brasileiro.

Ricardo Mucci é bacharel em Jornalismo pela Fundação Armando Álvares Penteado – 1974, já teve passagens por alguns dos principais jornais do País como Última Hora e Folha de São Paulo, atuou como chefe de redação e editor de telejornais da Rede Globo e Bandeirantes. Vencedor do Prêmio Parker Pen de Jornalismo, do Profissionais do Ano da Rede Globo, entre outros. Atualmente é Diretor do Núcleo de Novas Mídias da Fundação Padre Anchieta (TV Cultura, TV RáTimBum, Rádio Cultura AM e FM).

A terceira edição da NewsCamp acontece dia 19 de julho, no Espaço Gafanhoto, em São Paulo. Para inscrever-se, clique aqui.

Filtros para Jornalismo Colaborativo

10 abr

Acabo de ler um artigo do Deak no Observatório da Imprensa sobre a participação dos leitores na área destinada a comentários e lembro do desafio de Pedro Dória e da solução Intense Debate sugerida no fórum do Radinho. E diante disso não dá pra deixar de postar Filtros como uma boa tag para desconferência virtual e presencial, que acotnece neste sábado.

A Aninha também trouxe o exemplo da competência do OhmyNews no post Dá gosto de ver em relação ao status do processo de publicação colaborativa, o que demonstra a importância de pensar, pensar e pensar muito sobre essas ferramentas que determinam a dinâmica do jornalismo que se faz por meio do coletivo, ou melhor da comunidade, hummmm, vamos ampliar para sociedade em rede. Afinal, como os processos como produção, edição e interatividade devem ser automatizados para a participação dos internautas?

Destaco a seguinte frase dita por Daniela Bertochi, do Intermezzo, nesta entrevista publicada no blog Jornalismo Morreu, de Jorge Rocha, quando se refere ao atual jornalismo “colaborativo” dos portais brasileiros:

Se existisse, não haveria a lógica do “erro”. Em vez do “filtro, logo publico”, ficaríamos com o “publico, logo filtro” e tudo bem (processo de construção conjunto entre comunidades). Aí reside a diferença fundamental.

Para continuar essa conversa pelos blogs e também no newsCamp neste sábado, recomendo a tese de Lucilene Breier que compara o Slashdot com Terra neste link aqui. Juliano Spyer também abordou o tema em 2003 no Webinsider.

Só pra lembrar que André Deak, Ana Brambilla e Juliano Spyer já confirmaram presença no NewsCamp. E você já confirmou sua inscrição no email do Eduardo Vasques?

Mídias sociais e jornalismo

9 abr

Jorge Rocha também participou do Esquenta com post Atenção: percepção requer envolvimento deixando claro sua opinião de que a mídia tradicional não faz jornalismo colaborativo e colocando um ponto final na discussão de que as mídias sociais poderiam matar o velho jornalismo.  Destaco da participação dele a seguinte questão: Caminhando para outra direção, podemos conjecturar: e se a idéia de que o Jornalismo Colaborativo não pode ou deve ser atrelado à corporações para – aham – ganhar notoriedade encontrar terreno fértil no imaginário comunicacional interacional brasileiro ? 

Para realizar-se, é claro, este cenário depende também – não vou aqui e nesse momento quantificar isso – da atuação dos players envolvidos com o Jornalismo Colaborativo para constituir redes e explicitar – preferencialmente de maneira prática – de que a estratégia hiperlocal constitui-se algo de valor exeqüível e imprescindível.

 Eu penso na Aninha para falar sobre isso ou Redação 2.0 e Raquel Ricuero, alguém se habilita?

Conversa começa no Esquenta

7 abr

Depois que o Bruno deu sua opinião sobre Crise do Impresso sugerida pelo Renato Cruz, a desconferência virtual parece que ganhou força. Cabianca apresentou alguns exemplos que deram certo na internet, respondendo a questão sobre monetização no seu blog.

Quem também aceitou o desafio foi Gabriela Zago, que traz uma série de questões bem legais para serem discutidas neste sábado no post Conversando sobre Jornalismo e Novas Mídias escrito em parceria com Gilberto Consoni:
1-Será que o Twitter poderá acabar com o impresso?
2-Será que joguinhos e entretenimento serão a grande tendência do online?
3- As empresas jornalísticas que ficarem de fora das redes sociais terão condições de sobreviver?

Eu concordo que o jornalismo pode e já está sendo reinventado a partir do uso das ferramentas colaborativas. Não tenho dúvida de que será mais rico, entretanto, não sei se será tão produtivo quanto hoje ( na minha época( 2005), cada repórter fazia uma média três a cinco notas na parte da manhã no site). Eu acredito que o olhar para colaboração exige dedicação ( ou seja, tempo) do repórter ás interações dos internautas, inclusive aquelas que são feitas pela rede ( leia-se blogs, fóruns, orkut, twitter – ou seja, fora do ambiente de conteúdo dos grandes grupos de mídia).

Uma das coisas que Gabriela e Gilberto me fizeram pensar é sobre nossa rotina de navegação. Hoje, quando você acorda abre o Gmail, DIGG, sites internacionais ou Agência Brasil? Você navega quanto tempo no UOL, Terra e IG? E no site do Estadão, da Folha, Reuters e BBC? Quem usa Pipes? Como você o usa? Acho que essa é uma boa conversa para gente entender melhor sobre interações, navegações, hábitos e comportamentos da web e juntos pensarmos em como fazer o jornalismo uma experiência melhor para o internauta. 

 

Release, sala de imprensa e internet

4 abr

José Brandão, do Carambola, questiona como as empresas devem e podem explorar o potencial da internet para divulgação dos seus produtos. Ele traz para o Esquenta algumas perguntas no seu blog:

Como mensurar o retorno de um press release?
Quais os canais para disseminar com mais eficiência o seu press release?
Vale a pena pagar um site de PR online?

Hummmmmmm, isso é missão para dupla Alê Carvalho e Edu Vasques.

Eu, particularmente, tenho um pitaco pra dar referente às salas de imprensa dos sites institucionais: contato ( leia-se telefone, email do assessor e endereço) poderia ser um item visível na área destinada a jornalistas. Agora, o mundo ideal seria ter informações básicas como: receita do ano de 2007, 2006 e resultados trimestrais; número de clientes total e de acordo com a operação da empresa, onde ela atua (abrangência) e, please, oferta de serviços.

Sim, porquê não deixar claro o que seu cliente vende? BPO ou data center, ambos? CTI ou CRM, ambos? Mas ter tais descrições básicas sobre seu cliente na sala de imprensa é apenas no mundo ideal, né?!

Monetização – a palavra que virou monstro – também está no Esquenta

4 abr

Bruno Calixto traz uma “regrinha” para ganhar 300 doláres com a monetização e questiona se tal proporção é verdadeira no seu blog Pós-Texto. Sim, responda-me: porque não podemos falar de monetização?

Essa é minha dúvida cruel diante do poder demoníaco que a palavra ganhou entre os internautas. Também coloquei o tema à tona no Metamorfose com a dúvida: Classificados é coisa só pra internet?

Não dá pra ignorar a necessidade de pensar em modelos comerciais na web até porque acredito que ele não seja padronizado. Afinal, a internet é plural por mais que fazemos parte de grupos fechados, certo? Para essa conversa no Esquenta convido Cabianca e Henrique Martin, topam?

Mas as tags do Esquenta não páram por aí: Sam Shiraishi coloca um ponto final na analogia entre a velha e nova mídia e levanta a questão do enfoque online no jornalismo no blog Nossa Via. Alguém topa escrever sobre isso no Esquenta? Gabriela Zago, o que acha?

O Bruno também foi o primeiro a responder uma das tags do Esquenta sobre Crise do Impresso, levantada por Renato Cruz, no mesmo post do Pós-Texto e lá ele fala sobre a questão dos novos hábitos de consumo. Enfim, a conversa já começou na desconferência virtual. Ufa! 

Retetindo: Esquenta do NewsCamp acontece no mundo virtual agora até dia 10 de abril( QUALQUER UM PODE PARTICIPAR, BASTA ENVIAR O LINK DO SEU POST PARA  ceilasan@gmail.com), mas a desconferência ao vivo só começa e termina no dia 12 de abril, a partir das 9 horas, no Gafanhoto, em São Paulo. Para participar, basta clicar na aba Inscrição